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Seu RPA ainda trabalha pelo seu negócio?
Nos últimos anos, muitas empresas investiram em RPA para automatizar tarefas repetitivas, reduzir retrabalho e dar mais velocidade a processos operacionais. Em muitos casos, essa jornada começou com uma promessa clara: colocar bots em produção, economizar horas manuais e liberar pessoas para atividades de maior valor. Mas com o amadurecimento dessas iniciativas, novos desafios entraram no cenário e a pergunta deixou de ser apenas “quantos robôs temos em produção?” e passou a ser “quanto valor esses robôs ainda entregam para o negócio?”.
Lloyds Banking Group amplia uso de IA em prevenção de fraudes em 2026.
O Lloyds Banking Group, grupo britânico de serviços financeiros dono de marcas como Lloyds Bank, Halifax, Bank of Scotland e Scottish Widows, anunciou a ampliação do uso de inteligência artificial em sua operação de prevenção a fraudes. A iniciativa combina agentes de IA com análise de risco em tempo real para ajudar a proteger sua base de cerca de 28 milhões de clientes no Reino Unido. Segundo a notícia, a solução foi construída por times de fraude, tecnologia, dados e risco, usando a plataforma interna Envoy, apoiada em infraestrutura do Google Cloud — a divisão de computação em nuvem e IA da Google.
A armadilha da evolução acelerada em dados
Nos últimos anos, o varejo entrou em uma corrida para escalar dados, analytics e, mais recentemente, iniciativas de inteligência artificial. BI mais rápido, maior granularidade de análises, personalização em tempo real e decisões cada vez mais orientadas por informação tornaram-se prioridades estratégicas para sustentar crescimento e competitividade.
49% da indústria já captura valor com IA — e 68% pretendem escalar em 12 meses
Em 2026, a indústria global entrou em um ponto de inflexão: a inteligência artificial deixou de ser predominantemente uma agenda de experimentação e passou a se consolidar como uma alavanca operacional concreta em manufatura, automação, qualidade, manutenção e supply chain. O sinal mais forte disso vem do relatório Global Tech Report 2026 da KPMG: 49% dos executivos de manufatura industrial já reportam casos ativos de IA gerando valor de negócio, e 68% esperam estar com IA em escala nos próximos 12 meses. Em paralelo, a Deloitte mostra que 80% dos executivos de manufatura pretendem investir pelo menos 20% de seus budgets de melhoria em smart manufacturing, reforçando que a transformação deixou de ser opcional e passou a disputar orçamento estratégico.
Shadow AI e o risco invisível que já está dentro da sua empresa
Shadow AI é o uso não autorizado de ferramentas de inteligência artificial dentro das empresas e já representa um risco crescente para segurança, compliance e geração de valor. Com alta adoção impulsionada pela busca por produtividade, muitos colaboradores utilizam IA sem governança, o que pode levar a vazamento de dados e baixo retorno sobre investimentos em IA. Estudos indicam que a maioria das organizações ainda não possui maturidade para controlar e escalar essas iniciativas, criando um cenário de inovação desestruturada. Nesse contexto, implementar governança de IA, alinhando estratégia, tecnologia e operação, torna-se essencial para garantir uso seguro, eficiência operacional e resultados sustentáveis nos negócios.
Dados estruturados no varejo: do caos informacional à vantagem competitiva
O artigo explora como dados estruturados — organizados, integrados e confiáveis — estão redefinindo a competitividade no varejo. A partir de exemplos práticos, mostra como empresas mais maduras em dados conseguem antecipar demanda, otimizar estoque, aplicar precificação mais inteligente, personalizar a experiência do cliente e acelerar a tomada de decisões. Também aborda por que a maioria das varejistas ainda não extrai valor dos dados e aponta o diagnóstico de arquitetura como o primeiro passo para evoluir com consistência e ROI claro.
Case Suspensys
A Suspensys modernizou sua arquitetura analítica com apoio da DB, migrando para um Lakehouse no Databricks para ganhar escalabilidade, governança e agilidade no consumo de dados da operação fabril. A solução eliminou gargalos de performance, ampliou a autonomia das áreas de negócio e preparou a base para IA generativa, consultas em linguagem natural e expansão para novas plantas e domínios.
Visibilidade em tempo real deixou de ser inovação: tornou-se requisito operacional para a indústria
A visibilidade em tempo real deixou de ser uma pauta de inovação e passou a ser um requisito operacional para a indústria reduzir perdas, responder a desvios e tomar decisões no ritmo da produção. O texto mostra como arquitetura de dados, interoperabilidade e diagnóstico operacional ajudam a conectar eventos, contexto e ação para transformar informação em capacidade real de resposta.
Transformando documentos em dados: automação com IAs agênticas na ingestão de dados
Muitos processos digitais ainda dependem de informações que chegam em documentos físicos, PDFs escaneados, imagens ou formulários, criando gargalos antes mesmo dos dados entrarem nos sistemas. O texto mostra como IA, IDP e agentes inteligentes podem transformar documentos em dados estruturados, confiáveis e auditáveis, habilitando automação, analytics e ganhos reais de eficiência operacional.
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